Radioterapia no idoso

A radioterapia é um tratamento oncológico clássico e muito utilizado em determinados tipos de câncer. Baseia-se na utilização de radiações ionizantes para destruir um tumor ou impedir que suas células aumentem. Pode ter intuito curativo ou de melhora de qualidade de vida, com redução do tumor, controle de sangramentos e de dor.

No idoso, a avaliação geriátrica é capaz de prever a tolerabilidade à radioterapia, assim como estimar o risco de toxicidades e complicações.

→ A fragilidade está diretamente ligada a piores desfechos clínicos e maior dependência funcional após o término do tratamento.

→ Algumas comorbidades, como doenças osteoarticulares e distúrbios do movimento, dificultam a adesão à radioterapia por dificultar o posicionamento adequado na máquina e o deslocamento até o centro de tratamento. Déficits auditivos e cognitivos impactam o seguimento dos comandos durante as sessões.

→ Bom suporte social é importante para que o tratamento ocorra no tempo adequado, sem faltas às sessões.

→ Aconselhamento nutricional e odontológico são importantes para otimizar a ingesta alimentar durante e após o tratamento, principalmente em neoplasias de cabeça e pescoço.

A radiação pode provocar danos irreversíveis em células e tecidos sadios gerando toxicidades agudas, algumas semanas após o tratamento, ou crônicas, após meses a anos. Porém, algumas medidas podem minimizar os riscos e melhorar a resposta à radioterapia em idosos.

Confere acima um resumo com informações importantes sobre o tratamento radioterápico para o idoso oncológico!

@MariaMagalhães

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